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Mau cheiro e fígado intoxicado: existe mesmo alguma relação?

Ter uma boa vida e uma expectativa alta é um desejo de muitas pessoas.

Para isso, é necessário praticar atividades físicas com frequência e manter uma alimentação saudável.

Além dessas iniciativas, cuidar do emocional e do psicológico é tão importante quanto.

Fazendo tudo isso, de forma correta, e com acompanhamento médico, nós podemos ter uma qualidade de vida elevada e, consequentemente, vivermos mais tempo.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil seguir esse estilo de vida.

Na correria do dia a dia, tem dias que, o mais fácil, rápido e, muitas vezes, barato é manter refeições com alimentos gordurosos bem como optar por produtos processados e bebidas gaseificadas.

Apesar de muitas pessoas gostarem de viver nessa maneira, pois, de fato, no momento, pode ser saboroso, é importante salientar que, a longo prazo, esse estilo de vida pode ser prejudicial para a saúde em geral já que pode afetar órgãos vitais.

No mais, há a possibilidade de acontecer outras consequências influenciadas pelo mau funcionamento de uma parte do organismo.

Sabendo disso, hoje, decidimos abordar um pouco mais sobre a questão do fígado intoxicado e sua relação com a bromidrose – se é que existe!

Então, ficou curioso? Quer entender um pouco mais? Acompanha a leitura com a gente!

O que é fígado intoxicado?

Localizado no lado direito, sob as costelas e abaixo do pulmão, o fígado é considerado o segundo maior órgão e a maior glândula do corpo humano.

Dessa maneira, você já pode perceber que ele é bem importante para a nossa vitalidade, né? De, fato é.

Diariamente, nós ingerimos alimentos e bebidas.

Nesse contexto, o fígado atua na regulação do metabolismo de nutrientes, tais quais as proteínas, carboidratos e lipídios, na degradação de hormônios, armazenamento de substâncias e na formação e secreção da bile.

Além disso, um dos principais objetivos do funcionamento do fígado é a eliminação de toxinas.

No entanto, tal órgão pode apresentar problemas de desempenho a partir do momento em que há muitas substâncias tóxicas acumuladas e que sobrecarregam o fígado.

Dessa maneira, o corpo emite sintomas.

Estes, por sua vez, vão servir como base para entender melhor o quadro e, claro, para direcionarem o médico responsável à orientarem o tratamento mais eficaz.

Sintomas de fígado intoxicado

  • Alergias:

Nesse caso, o fígado intoxicado proporciona que a imunidade fique mais baixa. Com isso, o organismo fica mais suscetível a desenvolver alérgenos que não são eliminados.

Assim, para se proteger, o corpo libera substâncias que promovem sintomas de alergia.

  • Dores:

Dores na região podem acontecer caso o fígado esteja, de fato, intoxicado.

  • Inchaço das pernas:

Caso seu fígado esteja intoxicado, é comum que ele aumente de tamanho por conta do inchaço. Sendo assim, há maior pressão nas veias da região que prejudicam a passagem do sangue. Este, por sua vez, pode ficar preso nas pernas. A partir disso, elas também podem inchar.

  • Aumento do peso:

Uma das principais funções do fígado é a liberação de toxinas. Caso ele já esteja com muitas impurezas acumuladas, o órgão não vai funcionar perfeitamente. Sendo assim, ele não vai conseguir excretar todas as toxinas ingeridas e, com isso, pode gerar aumento de peso.

  • Mau hálito:

Para algumas pessoas, o mau hálito é proveniente de problemas no estômago. De fato, isso pode acontecer. No entanto, há outros fatores que podem gerar mau cheiro na boca como o fígado intoxicado.

  • Icterícia

Muito associado a problemas renais graves, como hepatite, a icterícia é quando o corpo começa a apresentar uma cor amarelada. Quando o fígado está intoxicado, essa coloração também pode aparecer.

  • Sudorese em excesso

O suor é uma função normal do organismo. Ele existe, principalmente, para eliminar impurezas e regular a temperatura do corpo.

Dessa maneira, quando o fígado está intoxicado é sinal que toxinas precisam ser liberadas, então, é comum que suemos ainda mais. No entanto, essa transpiração em excesso pode vir acompanhada do mau cheiro característico da bromidrose.

O que é bromidrose?

Nem todo mundo sabe o que é bromidrose. Entretanto, se você já ouviu os termos “chulé” e “cecê”, então, já deve ter ciência mais ou menos do que se trata.

Respectivamente, tais palavras correspondem à bromidrose plantar, ou seja, nos pés, e bromidrose axilar.

Mas o que, de fato, é bromidrose?

Nós, humanos, temos dois tipos de glândulas sudoríparas: as écrinas e as apócrinas. As primeiras citadas – as écrinas – estão espalhadas por toda a superfície da pele.

Estas são responsáveis por liberar o suor que tem função termoreeguladora. Sendo assim, não há cheiro.

Diferentemente das écrinas, as glândulas sudoríparas apócrinas se desenvolvem em determinadas partes do corpo, como as axilas, virilhas, couro cabeludo e pés.

Nesse caso, o suor é excretado por meio dos folículos pilosos.

Sendo assim, além do suor composto por água e sinais minerais, restos celulares e do metabolismo também são eliminados.

Quando o suor se encontra com bactérias e fungos, especialmente em ambientes úmidos e quentes, que é onde acontece a maior proliferação desses agentes, há o mau cheiro.

Esse processo de decomposição do suor e restos celulares é chamado de bromidrose.

Como tratar fígado intoxicado?

Como citamos anteriormente, o fígado é um importante órgão para o nosso organismo e para nossa vitalidade.

Por isso, é importante cuida-lo muito bem dele para prevenir determinadas enfermidades.

Sendo assim, é fundamental investir na prática frequente de atividades físicas, na alimentação saudável e, claro, no consumo diário de água.

Para algumas pessoas, o chá para fígado intoxicado pode ser ótima opção. Nesse caso, a planta utilizada deve ser a de boldo.

No entanto, tal método não anula o fato e a importância de ir à um médico para que ele te oriente e te prescreva um remédio para fígado intoxicado.

E aí, gostou do nosso artigo?

Já sabia dessa relação entre fígado intoxicado e bromidrose?

Alguma dúvida, crítica ou sugestão? Comente!

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